Enfim, o evento que é a engrenagem principal da história é o tal do Away. Após terminar a primeira missão que é encontrar e conversar com uma moça, a qual parece formar um belo casal com Sword, o jogador presencia o Away ocorrer bem na sua cara. Muitas luzes e raios cercam Sword e tentam o levar, porém a moça implora para que ele não seja levado, pedido o qual é atendido. Em troca de Sword o Away sequestra a vila inteira.
Já os gráficos exibem um padrão próprio e assemelham-se a aventuras ao estilo Zelda e Dragon Quest, ou forçando as lembranças: Secret of Mana. Aquelas figuras de humanos e monstros conquistam a simpatia velozmente com seu estilo de arte que lembra algo chibi ou SD (um estilo artístico japonês, apelidado como super-deformado). Os cenários são coloridos e bonitos, mas um ponto negativo dos gráficos é que, às vezes, pode ser difícil distinguir a natureza dos objetos.
O contador funciona tanto na tela superor quanto na inferior do DS e ele serve para avisar quando a parte da masmorra irá mudar. A mudança consiste em uma substituição de cenário e constitui um mecanismo de desafiar o jogador com puzzles simples nos quais é necessário descobrir como se mover pelos caminhos da dungeon e como liberar passagens utilizando alavancas.
Trata-se de uma jogabilidade bem simples com a atração de alternância de cenários. A parte de atributos de RPG é igualmente simplificada, restando ao jogador desenvolver o personagem: matando monstros, recolhendo itens, comprando equipamentos e desenvolvendo os fupongs. Os únicos estados importante são os pontos de ataque e a quantidade de vida, pois só existe a possibilidade de equipar uma arma e uma armadura.


