Em uma definição rápida e superficial, talvez Borderlands possa ser colocado como uma espécie de ópera nascida de uma fusão que leva muito de Fallout 3, algo de Call of Juarez e, talvez, uma pitada do filme Tombstone — embora sem qualquer proximidade com a honradez que normalmente dita as coisas nos faroestes.
As armas aqui são divididas em: pistolas, submetralhadoras, escopetas, rifles, rifles com mira telescópica e lançadores de mísseis. Isso para considerar apenas as classes básicas, já que você ainda pode se deparar com dispositivos mais exóticos, como uma pistola com lâminas (indicada para ataques corpo-a-corpo) ou mesmo uma escopeta que dispara mísseis!
No mais, jogar cooperativamente apaga ainda um considerável lapso de Borderlands: as missões. Embora algumas delas tragam um desafio interessante e sirvam para desvelar um pouco mais da história, outras são francamente genéricas, fazendo com que os personagens saiam à cata de “4/4 qualquer-coisa” ou destruam “3/3 qualquer-outra-coisa”. No modo cooperativo o foco é deslocado para a matança desenfreada de verdadeiras ondas de inimigos, o que acaba apagando um pouco esse aspecto e conferindo novo fôlego ao jogo.


