Embora fosse apenas um dos personagens principais da obra prima de Bram Stoker, o professor Van Helsing hoje é uma figura tão conhecida (e batida) que parece ser bastante natural que seja o protagonista de toda uma trama (como aconteceu com o não muito brilhante filme protagonizado por Hugh Jackman). Isso é exatamente o que acontece em Dracula: Origin.
Os puzzles estão, sem dúvida, mais pensantes. Não basta agora simplesmente sair combinando um sem número de itens para conseguir alguns efeitos um tanto sem nexo. Alguns desafios podem mesmo fazer o jogador pensar um pouco (nada que se compare aos extremos da série Myst, é claro). Além disso, os puzzles estão agora muito mais ligados ao andamento da trama (salvo uma ou outra exceção). E sim, ainda existem combinações de itens, porém, estas estão agora bem menos óbvias e também, muitas vezes, ligadas à resolução de outros puzzles.


