The Last Remnant

  • Square Enix
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  • 24 de Março de 2009
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Last Remnant é um jogo de RPG da tradicional e respeitável desenvolvedora Square Enix. Trata-se de um título onde o jogador assume o papel de um jovem ousado, predestinado a se envolver em batalhas decisivas para o ambiente onde está inserido.

O uso extensivo da Unreal Engine 3, mesma plataforma de programação de Bioshock e Unreal 3, concede ao jogo uma qualidade gráfica admirável, ainda mais se consideramos que neste gênero, RPG, ainda não existe nenhum título que usufrua de tal tecnologia. A jogabilidade é marcada pelos combates dinâmicos, onde o inimigos e aliados podem se inserir na batalha a qualquer instante, além de haver elementos geográficos e físicos envolvidos na luta.

A estética apresentada segue a linha de tomadas de câmera cinematográficas e épicas, como podemos ver em filmes como 300 de Esparta. Por fim, a trilha sonora dinâmica concede o caráter específico para o que cada momento e ação que transcorre na tela pede, dando a The Last Remnant um razoável apelo dramático.

Opiniões dos Usuários

  • 706116-jubini em Jun 28, 2010 03:30 UTC por 706116-jubini

    jogo muito bom ! um RPG de qualidade e dificuldade, q é dificil de se ver hoje em dia ! recomendo

  • 825924-stk em Dec 03, 2009 14:09 UTC por 825924-stk

    Sem dúvida alguma posso afirmar que The Last Remnant, foi um dos jogos que me deu mais diversão em todos os tempos. O jogo é bem extenso com uma diversidade imensa de missões no jogo. A história é totalmente envolvente. O Sistema de batalha é simplismente fantástico, pode ser confuso no começo, mas após você estudar e pegar o jeito, você fica maravilhado com a possibilidade do que pode fazer nele. Para quem ainda não jogou TLR, recomendo que joguem, garanto que NÃO VÃO SE ARREPENDER! Pode contar com isso. Não tem como eu dar menos que 10. Simplesmente FANTÁSTICO!

  • 185899-vargasvector em Apr 27, 2009 16:11 UTC por 185899-vargasvector

    The Last Remnant Com enredo envolvente, batalhas únicas e colossais e sistema de evolução de personagens da franquia SaGa, temos The Last Remnant, um RPG impressionante e diferente da Square-Enix. O jogo conta a história de Rush Sykes, jovem que parte numa jornada para resgatar sua irmã, Irina Sykes, pivô de uma guerra pelo domínio do mundo onde o game se passa. Com um sistema de batalhas inovador, qualquer encontro com inimigos se torna uma luta épica, cheia de tensão e adrenalina. São intensas mínimas 60h de gameplay divididas entre exploração, missões secundárias (quests) e muitos combates que derramarão litros de sangue. Tudo bem representado com gráficos de alta qualidade da Unreal Engine (a mesma de Bioshock), músicas de primeira, jogabilidade interativa e dublagens muito competentes. O mundo do jogo é todo baseado em Remnants (ou remanescentes das civilizações passadas) – artefatos cheios de poderes e utilidades. Alguns são como pequenas ferramentas e outros são o sistema de defesa de cidades inteiras (como a Gae Bolg, um Remnant que é um canhão de energia mística). Existem quatro raças que povoam pacificamente o mundo dos Remnants: Mitra (humanos), Qsiti (pequenas criaturas que lembram sapos humanóides), Yama (grandes e fortes peixes) e os Sovani (felinos de quatro braços). Tudo começa quando Rush e Irina iriam se mudar para a casa dos pais, pesquisadores de Remnants, na cidade de Elysion. Porém, os irmãos são atacados por um homem desconhecido que sequestra a menina. Rush parte em busca da irmã e acaba caindo no meio de uma guerra nos territórios de Athlum. Lá, o herói conhece o marquês de Athlum, David Nassau, e seus quatro generais, sendo um de cada raça. Rush possui um colar que trata-se de um poderoso Remnant que salva a vida da general Emma Honeywells. Em agradecimento, David concorda em ajudar Rush a encontrar sua irmã. Nesse enredo, várias reviravoltas, traições, batalhas, magia, personagens cativantes e conspirações tornam a história envolvente. O primeiro grande inimigo é um homem que se autodenomina “O Conquistador” (The Conqueror), capaz de criar elo com os mais poderosos Remnants sem sofrer qualquer consequência. Ele começa a conquistar todas as terras do game supostamente em nome do Deus Imperador. O jogo possui dois momentos na história (como na maioria dos games da Square-Enix), com surpresas que nunca param de surgir, somente reveladas a quem se habilitar a conferir as maravilhas que o jogo traz aos RPGistas de plantão. BATALHAS: UNIDOS VENCEREMOS O que chama a atenção logo nos 10 primeiros minutos de jogo é o sistema de batalhas. Logo no início o jogador assume rapidamente o controle sobre as tropas de David e se depara com uma enorme quantidade de personagens na tela. Cada personagem tem uma equipe, chamada de União. Cada União é composta de um a cinco personagens e uma formação que determina as características do time. O HP e o AP (pontos para executar golpes, conhecidos por “Artes”) são a soma dos valores de cada personagem. O modificador de defesa, ataque e magia é uma média dos valores de cada integrante. A união só deixa de lutar quando HP geral acaba. O mesmo para inimigos. Obviamente dar comandos para 10, 20 ou 30 personagens não é viável. Cada união tem uma lista de até seis comandos que varia de acordo com as condições da união inimiga. As ordens vão de atacar normalmente, só usar artes de combate, só artes mágicas ou usar itens. Decidida a união inimiga e o comando de cada equipe, a batalha começa. Quando duas uniões se encontram, inicia um processo chamado “Deadlock”, que só acaba quando uma união morrer. A segunda e a terceira uniões que entrarem em um Deadlock em andamento farão um “Flank Attack”. A quarta união a fazer Deadlock realizará um “Rear Assault”. Uniões paradas receberão um “Raidlock”. Os ataques disponíveis, dano recebido ou causado, dependem da barra de Moral. A barra muda a cada golpe especial poderoso usado, quando uma união é derrotada, ao realizar Flank Attacks, Rear Assaults e Raidlocks. Derrotar um inimigo com um dano muito superior ao HP dele resulta num Overkill, que também aumenta a Moral. Quanto maior a Moral, mais rápido os ataques poderosos e recuperação de AP aumenta. Ter a Moral alta aumenta as possibilidades de contra-ataque e ofensiva crítica, na qual aparece um comendo que o gamer deve realizar no tempo certo que garante o acerto do ataque e aumento de dano. Fazer consecutivas ofensivas críticas gera um “Teamwork” (trabalho em equipe) que multiplica o dano do último personagem a atacar. Acertar todos os Teamworks muitas vezes garante a derrota do inimigo. Os encontros podem ser provocados com o botão que aciona a batalha com inimigos próximos ao personagem. O jogador pode ainda acionar o Timeshift (poder do Remnant de Rush), que deixa o tempo lento. Assim, o jogador escolhe todos os alvos que quiser para incluir na luta. Quanto mais inimigos na mesma batalha, maiores as recompensas. NADA SE PERDE As batalhas são muitas e cada inimigo deixa uma grande quantidade de itens (os espólios ou troféus de guerra). Desde as antenas de um monstro até o inimigo inteiro valem grana nas lojas. Ter dinheiro é fundamental para contratar personagens mais fortes, comprar armas e materiais raros para construir equipamentos. Algumas vezes, os membros do grupo pedirão itens deixados pelo inimigo para aumentarem seus poderes e alterarem suas armas. Há ainda o Mr. Diggs, uma toupeira que escava determinados pontos nos cenários por minerais, plantas, líquidos e artefatos. Quanto mais se escava, mais o poder e habilidades de Mr.Diggs aumentam, facilitando o encontro de itens mais raros. Muitos dos materiais para reformar e criar equipamentos são encontrados apenas pela toupeira. EVOLUÇÃO E DEJA VU Quem jogou a franquia SaGa, da Square-Enix (antes Squaresoft), verá de cara que o sistema de evolução de personagens é totalmente extraído dos jogos da série. A cada batalha, os personagens recebem um aumento no HP, AP, Força, Intelecto, Velocidade e um atributo específico de cada personagem. Às vezes até as armas recebem bônus e ficam mais fortes. Óbvio que lutar exaustivamente é necessário para alcançar força suficiente para encarar os diversos desafios do jogo. Seguidas lutas geram Chains (ou corrente). Quanto mais o gamer destruir inimigos seguidamente, mais receberá recompensas e aumentará as características dos personagens. Os encontros podem ser evitados, provocados pelo jogador ou pelo inimigo. Sempre que o jogador provocar os encontros, o número de Chains vai subir. Ser atacado por um inimigo no mapa resulta em contador de Chains zerado. Quanto mais o jogador luta, mais subirá o Battle Rank, uma espécie de nível, que aumenta as recompensas do jogador e altera a dificuldade das batalhas (algumas ficam mais difíceis e outras mais fáceis). Os golpes e estilos de luta também foram importados de SaGa. Os nomes são iguais, por sinal! Usando várias vezes determinadas artes, o personagem aprende uma arte nova ou uma versão mais poderosa de uma já existente. Há diversas armas e tipos de armas, além de equipamentos modificados e lendários. O gamer só pode alterar o equipamento de Rush, mas, precisa comprar e modificar armas, pois os outros membros do grupo podem pedir os equipamentos melhores que os deles. O resto da evolução, só as batalhas determinam. CONCLUSÃO The Last Remnant é um jogo especialíssimo. Estilo de RPG muito escasso em computadores (batalhas com turnos). Com quests interessantes (e necessárias, já que muitos itens importantes para garantir o sucesso do jogo são encontrados nas missões secundárias), músicas excelentes, gráficos de tirar o fôlego e batalhas épicas, mesmo quando são as mais simples. Apesar de lembrar Final Fantasy, The Last Remnant é um jogo único e não deve ser confundido. É um título recomendado a todos os que buscam uma fantasia medieval da mais alta qualidade. A Square-Enix juntou o melhor de seus RPGs e criou um título que pode ser um dos melhores do gênero para PC em 2009. E você? Está pronto para assumir suas tropas em várias uniões e descobrir o poder dos Remnants?

  • 632715-willki em Apr 11, 2009 18:01 UTC por 632715-willki

    The Last Remnant é uma jogo que lembra muito Final Fantasy, tenho este jogo e pelo que joguei ele é muito bom. O gráfico não é tão absurdamente perfeito como dizem, é parecido com do Final Fantasy XII ( Os gráficos ) , já a jogabilidade eu gostei, batalhas de turnos, só que acho que faltou um pouco de opções nas batalhas. O enredo do jogo é bastante legal, vale a pena se interessar. Resumindo, The Last Remnant é jogo que vale a pena jogar, quem gosta de Final Fantasy não se arempenderá de jogar este jogo =)

  • 596839-flag em Mar 01, 2009 04:00 UTC por 596839-flag

    The Last Remmant será a surpresa do ano e agradará a todos os fãs do gênero turno e returno... Palavras ditas pelos desenvolvedores da Square-enix antes da sua estréia, palavras que estão sendo cumpridas até esse momento. The Last Remmant promete trazer a morta plataforma do RPG que estava em decadência por falta de bons títulos, a produto de jogos Square-enix prometeu aos seus fãs que voltará a produzir títulos baseados em returnos, títulos como Dragon Quest IX estão em produção e deverá ser lançado ainda este ano. Nos resta aguardar.

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