A história por trás de Colosseum não é ruim. Realmente. Você assume o controle de um escravo que, ao ser vendido para o dono de uma espécie de academia de gladiadores, descobre que poderá conseguir a tão sonhada liberdade. Isso, é claro, desde que possa pagar o seu próprio preço. Adivinhe agora de que forma ele poderá juntar o montante?
Ao lado da entrada de cada arena, existe um guarda. Ao “conversar” com ele, será exibida uma lista dos desafios disponíveis, com detalhes como regras, tempo de duração, ranking necessário para a participação e o prêmio. A melhor ideia aqui é começar pelo início das listas, já que se você resolver partir logo para o desafio final, não poderá encarar os primeiros durante um mesmo dia — algo francamente sem lógica.
De qualquer forma, a temática aqui é inegavelmente interessante, bem como a ideia central por traz da trama do jogo. O que, entretanto, acaba condenando Colosseum a uma matiz um tanto cinza dos jogos para PS2 é o fato de ele ser tremendamente... exaustivamente repetitivo, fato que ainda é complementado pela péssima inteligência das suas contrapartes nas arenas.


