Palavra-chave do jogo: destruição. Será que aquele muro é tão robusto quanto aparenta ser? Com certeza não. Em Battlefield: Bad Company, o lançador de granadas será uma arma bastante presente e poderá fazer um baita estrago.
A maior parte do terreno poderá ser destruída, possibilitando aos jogadores novas estratégias com a reformulação do local. Snipers (franco-atiradores), por exemplo, conseguirão cantos propícios à sua atividade caso um canto de um prédio seja destruído. Em contrapartida, tanques terão poder de fogo suficente para destruir a posição do sniper, causando muita demolição.
Cenários bastante convincentes
Diferentemente do que os jogadores estão acostumados a presenciar (construções indestrutíveis e milhares de paredes, divisórias e objetos inquebráveis), Bad Company abordará a interatividade do personagem com o ambiente no qual ele está presente.
A inteligência artificial do jogo promete ser bastante real. Com os movimentos dos guardas e suas posições de tiros semelhantes à realidade, o game apresentará total interação de partes do cenário (como pedações de troncos de madeira e sacos de areia) com os NPCs (non-playing characters – personagens que não são controlados pelo jogador) e com o próprio jogador.
Com gráficos muito bons e qualidade sonora respeitável, o jogo mostrará o lado explosivo das batalhas militares.