Enquanto alguns jogos futuristas pintam um mundo cheio de novas tecnologias, possibilidades e — por que não? — a chegada de uma nova era de paz, outros levam a vilania humana a um extremo apocalíptico, com hordas de inimigos genuinamente “maus” portando armas oníricas de destruição em massa. Bem, não é preciso ser muito brilhante para perceber que Fracture cai em cheio no segundo grupo.
Mesmo as granadas de destruição acabam não sendo muito eficientes contra os inimigos. Você vai se ver de repente tentando acabar com um inimigo utilizando um estoque um tanto inútil de granadas extravagantes para, por fim, acabar com tudo se valendo da boa e velha metralhadora.


