Katamari Forever representa a primeira iteração da popular bolinha grudenta que marcou o PS2 em 2004. Entretanto, o título parece muito mais uma ode aos jogos anteriores do que propriamente algo novo. Se não, basta conferir o título original no Japão: “Katamari Damacy Tribute” — ou seja, um tributo ao primeiro jogo da série. A idéia aqui é sair rolando uma bolinha através dos mundos, sendo que praticamente tudo o que estiver pelo caminho pode acabar se grudando na katamari.
A história de Katamari Forever envolve um rei desmemoriado (após cair e bater a cabeça em um planeta) e os esforços do seu filho, o príncipe, em restituir-lhe os conhecimentos perdidos. É claro, antes disso, o príncipe e os seus primos resolveram construir um clone-robô do Rei. Aparentemente não deu muito certo, já que o universo acabou destruído.
Assim sendo, uma vez mais você, no papel do príncipe, deverá rolar o seu katamari como uma bola de neve, grudando tudo o que aparecer pela frente até acabar com uma enorme e disforme esfera de entulho. É claro, a perda de memória do Rei do Universo é uma bela desculpa para que o jogo traga novamente algumas fases já bem conhecidas dos jogadores, embora todas elas devidamente revigoradas — o que transforma Katamari Forever em uma espécie de coletânea de luxo.
O príncipe agora também será responsável por devolver as cores ao mundo, além de ter que rolar a bolinha para espalhar água por cenários áridos, fazendo com que a vida no local (representada por várias espécies de plantas) ressurja. Katamari Forever ainda traz novos filtros de imagem, ocasionando diversos estilos visuais diferentes (como cel-shaded e outro que faz com que tudo pareça construído em madeira).
A história de Katamari Forever envolve um rei desmemoriado (após cair e bater a cabeça em um planeta) e os esforços do seu filho, o príncipe, em restituir-lhe os conhecimentos perdidos. É claro, antes disso, o príncipe e os seus primos resolveram construir um clone-robô do Rei. Aparentemente não deu muito certo, já que o universo acabou destruído.
Assim sendo, uma vez mais você, no papel do príncipe, deverá rolar o seu katamari como uma bola de neve, grudando tudo o que aparecer pela frente até acabar com uma enorme e disforme esfera de entulho. É claro, a perda de memória do Rei do Universo é uma bela desculpa para que o jogo traga novamente algumas fases já bem conhecidas dos jogadores, embora todas elas devidamente revigoradas — o que transforma Katamari Forever em uma espécie de coletânea de luxo.
O príncipe agora também será responsável por devolver as cores ao mundo, além de ter que rolar a bolinha para espalhar água por cenários áridos, fazendo com que a vida no local (representada por várias espécies de plantas) ressurja. Katamari Forever ainda traz novos filtros de imagem, ocasionando diversos estilos visuais diferentes (como cel-shaded e outro que faz com que tudo pareça construído em madeira).


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