Quando Crackdown chegou ao mercado, os jogadores puderam desfrutar de um game que se desprendia dos moldes tradicionais de GTA, mas sem deixar de lado a proposta de um mundo aberto. A grande diferença era que em vez de um cidadão “comum” você assumia o papel de um policial dotado com super poderes, o que aumentava significativamente a diversão e, de quebra, fazia de Crackdown um jogo diferenciado.
Para ilustrar, têm se exemplos como a habilidade de planar e os diversos golpes que são desbloqueáveis. Além disso, há também Suas habilidades são divididas em grupos distintos — combate, aéreo, arma e outros — e podem ser aprimoradas conforme você progride pelo game. Sem dúvidas, a sede pela aquisição de novos poderes é um dos fatores que move o game, pois é o grande diferencial em relação aos outros jogos “sandbox”.
Sem dúvidas, é necessária muita habilidade para lidar com Mercer. Os controles são relativamente simples no início do game, mas, conforme o jogador adquire novas habilidades, o sistema se torna realmente complexo. Um belo exemplo é quando o gamer adquire a habilidade “Cannonball”. Para desferir este golpe, você deve saltar e pressionar, simultaneamente, os botões “quadrado” (X no Xbox 360) e “círculo” (B). Tente fazer isso e saberá do que estamos falando.
Em suma, a sensação que se tem ao jogar Prototype é que estamos desfrutando de um game inacabado. Faltam muitos detalhes, o que acaba prejudicando significativamente a diversão do jogo. Talvez tenha faltado criatividade da desenvolvedora, a Radical Entertainment, que também desenvolveu alguns jogos do verdão Hulk.


