Há cerca de três anos, um espartano cativava os donos do Playstation 2 naquele que é considerado o melhor jogo para o console da Sony. Dentre tantos títulos fascinantes publicados para um dos videogames de maior sucesso da história, God of War era único em seu gênero, pois contava com uma perfeita combinação entre combate e quebra-cabeças, bem como jogabilidade sem precedentes, gráficos exuberantes e uma trilha sonora capaz de deixar no chinelo muitos filmes épicos.
novidades na jogabilidade, exceto sua adequação para os controles do PSP, que não possui o analógico direito, nem mesmo os botões traseiros L2 e R2, todos utilizados nas versões do PS2. Entretanto, inovar na jogabilidade de um título que se tornou um clássico para a geração passada de consoles não seria um passo muito confortável, tanto para os produtores quanto para os fãs do guerreiro espartano.
já havia se livrado das dores de seu passado, aqui o herói ainda está acorrentado a esses sofrimentos, e se empenha numa batalha pelos deuses do Olimpo em troca de uma mente livre dessas recordações.
As texturas do cenário e dos personagens são tão solidas quanto a modelagem de ambos, que praticamente não apresenta falhas. As cenas entre capítulos utilizam efeitos de iluminação que deixam qualquer fã de videogames boquiaberto. Além disso, existem certos efeitos de câmera, como um leve chacoalhar da tela quando Kratos salta de uma plataforma a outra, que são mais perceptíveis no PSP, devido à sua tela ficar mais próxima do jogador. Esse aspecto do portátil da Sony é simplesmente fantástico, já que sua tela widescreen de 4,3 polegadas faz com que o empecilho de jogar em um console de tela pequena seja deixado para trás.


