Embora não represente exatamente uma revolução na série, Twisted Metal: Head On dá uma cara nova a muitos elementos clássicos — e necessários — que garantiram o sucesso dos seus antecessores. O clima básico do jogo, é claro, permaneceu imutável: o jogador é colocado em uma arena absolutamente caótica e dinâmica a bordo de algumas das mais insanas máquinas sobre rodas jamais vistas. E, é claro, tem-se à disposição um arsenal nada menos do que apocalíptico e um radar extremamente vital. A impressão causada também ainda é a mesma: Twisted Metal tende mais para um jogo estilo FPS (first person shooter, ou, em português, tiro em primeira pessoa) do que para um jogo de corrida.
Além das bombas, mísseis, minas e o napalm (um pouco diferente do que aquele que a maioria das pessoas conhece), cada corredor tem ainda à disposição um especial que lhe é característico. Enquanto o funesto Mortimer Scharf dispara uma espécie de míssil de energia a bordo de seu Shadow, Sweet Tooth dispara bolas de fogo e a loira Miranda Watts, conforme sugere o nome do seu carro, é capaz de provocar um tufão. É claro que as diferenças não ficam apenas nos especiais, já que cada carro possui também características próprias como resistência, velocidade máxima, etc.
A boa novidade fica mesmo nas possibilidades multiplayer. Head-on é um dos primeiros jogos para PSP a trazer uma gama completa de possibilidades para a conexão Wi-Fi, permitindo desde um verdadeiro pandemônio para até seis jogadores simultâneos até uma busca por desafiantes ao redor do globo.


