Em My Life as a King, o jogador controla um rei ainda criança que se vê diante da colossal responsabilidade de recriar todo um reino. Seguindo para uma espécie de “terra prometida” reservada por seu pai, o rei Epitav, o menino é responsável por reconstruir todo um reino para assim acabar com a existência nômade do seu povo. Para isso, o jovem rei terá a ajuda de uma bela assistente, um grupo bastante singular de criaturas e também de um pingüim chegado aos insultos.
É claro a ambientação e os gráficos seguem o estilos de Crystal Chronicles e até de Final Fantasy de forma geral. Porém, eles pecam tanto pela simplicidade quanto pela repetitividade. Inicialmente, pode-se apenas construir apenas casas que , além disso, têm sempre a mesma aparência. Posteriormente, pode-se construir também uma loja de armas que pelo menos acrescenta algo de diferente.


