Notícias Análises Prévias Vídeos Imagens Jogos Populares Fóruns
Busca:

Home » Wii » Resident Evil: Umbrella Chronicles » Análise

Resident Evil: Umbrella Chronicles

Análises
Análise do Baixaki Jogos
Análise dos Usuários (19)
  AVALIAÇÃO
5,9
Jogabilidade: 
7.0
Gráficos: 
5.0
Áudio: 
6.0
Diversão: 
6.0
Desafio: 
5.5
Prós:
A jogabilidade propõe algumas boas novidades ao gênero que desde o século passado não apresenta grandes novidades. O uso inteligente da caixa de som do Wii Remote proporciona alguns bons momentos.

O modo multiplayer adiciona alguma sobre-vida ao jogo, mas nada que realmente interfira no valor final do produto. A vasta quantidade de conteúdo deve agradar aos fãs da série, que poderão experimentar em primeira mão alguns dos eventos mais obscuros da franquia.


 
Contras:
Se RE4 forçou os limites do hardware do Nintendo Wii, proporcionando gráficos de alta qualidade, The Umbrella Chronicles malmente toca a superfície de console, oferecendo visuais pobres de baixa qualidade.

Por mais que o jogo apresenta algumas novidades ao gênero o título ainda se apresenta repetitivo e pouco inspirado. Mesmo que as batalhas contra os chefes de cada nível apresentem alguma dificuldade, na maior parte do tempo o jogo resume-se a um pressionar frenético do botão do gatilho, sem oferecer grande desafio ao jogador mais experiente.

muda cor do texto
Descubra os segredos da Umbrella Corporation.
Em 1996 Resident Evil, fez sua estréia no saudoso PlayStation 1. O sucesso do título assegurou a produção de duas seqüências, Resident Evil 2 em 1998 e Resident Evil 3: Nemesis em 1999, ambas para o PlayStation 1 e Dreamcast.

Mais tarde uma adaptação (port) de Resident Evil 2 foi lançada para o Nintendo 64. Além disso, uma série de outros ports foi desenvolvido para o Windows, permitindo assim que o usuários de PC também pudessem experimentar os horrores da série produzida pela Capcom.

O quarto título da série, Resident Evil Code: Veronica foi desenvolvido exclusivamente para Dreamcast, lançado em 2000. Mais tarde o jogo foi re-lançado com o nome de Code: Veronica Complete, trazendo pequenas modificações, sendo na sua maior parte alterações na história e nas animações.

Além da série principal e dos ports desenvolvidos para diferentes consoles, a franquia também experimentou algumas variações na sua jogabilidade, sendo as mais notáveis as da série Gun Survival. Na trilogia de jogos compatíveis com o periférico GunCon (um controle em forma de pistola) o jogo apresentava perspectiva em primeira pessoa e um estilo de jogo similar ao de House of the Dead.

Agora a franquia Resident Evil, volta a flertar como gênero a muito estagnado no mundo dos games. Resident Evil: The Umbrella Chronicles reconta os principais eventos da franquia través de diferentes perspectivas, oferecendo ao jogador a oportunidade de conhecer a fundo a verdadeira história por trás da Umbrella Corporation.


Resumo da ópera

Primeiramente deve-se destaque este jogo é voltado quase que exclusivamente aos fãs mais ardorosos da série. Fato comprovado pela escolha do narrador do jogo, Albert Wesker — o vilão favorito de todos. The Umbrella Chronicles começa do começo; mostrando eventos do primeiro jogo da cronologia relacionada à mega-corporação Umbrella, Resident Evil Zero.
Wesker, vulgo
Nesta missão você acompanha Rebecca Chambers, membro do grupo S.T.A.R.S, e o ex-fuzileiro naval Billy Coen conforme a dupla confronta-se com co-fundador da empresa e ex-cientista renascido através de experimentos com lesmas, James Marcus. Como uma missão bônus você também poderá ver as ações de Albert Wesker enquanto ele liderava o time Alpha do grupo S.T.A.R.S para tentar fugir da mesma instalação na qual Rebeca e Billy enfrentam James Marcus.

A segunda missão acompanha os eventos de Resident Evil, mostrando Chris Redfield e Jill Valentine (juntos e não separados como no título original) e seu confronto na mansão da Umbrella contra o Tyrant. Esta fase oferece dois sub-capítulos, o primeiro acompanha Rebeca Chambers e suas ações entre os eventos de Resident Evil Zero e Resident Evil. Já o segundo mostra a ressurreição de Wesker.

O próximo cenário mostra Raccoon City durante os eventos de Resident Evil 3: Nemesis. Valentine retorna e é emparceirada com o mercenário Carlos Oliveira, conforme os dois tentam sobreviver à infestação do T-Virus. Os capítulos extras deste cenário detalham os papéis de Ada Wong e HUNK durante os eventos principais do jogo.

Para finalizar o jogador acompanha uma trama inédita na série, que retrata como Redfield e Valentine infiltraram-se no ultimo reduto da Umbrella Corporation, na Rússia, e finalmente expuseram a empresa para as agências governamentais. No mesmo cenário você confere o embate final de Wesker com seu arqui-rival, Sergei Vladimir.

Resident Evil Dead

Resident Evil: The Umbrella Chronicles acompanha de forma extremamente acelerada as narrativas de Resident Evil 0, 1 e 3 (algo como uma versão “suecada” dos jogos), em um esquema tradicionalmente explorado por rails shooter (como House of the Dead), nos quais a movimentação é controlada pela máquina enquanto o jogador deve se concentrar apenas em dizimar as hordas de inimigos presentes na tela.


De certa forma o jogo funciona como um compêndio do universo Resident Evil, proporcionando ao jogador a chance de mergulhar de cabeça na mitologia da série, além de poder conhecer alguns pontos mais obscuros da trama.

Além de poder trocar de armas, utilizar facas, coletar ervas e itens, colecionar arquivos (cm informações dos personagens e da mitologia Resident Evil) e até mesmo destruir o cenário, você poderá acumular pontos conforme o seu desempenho nas missões.
Os pontos acumulados podem ser convertidos em prêmios, como por exemplo: melhorias para suas armas favoritas. Estas todas são boas adições a um gênero estagnado há muito tempo. Infelizmente, mesmo com todas estas funcionalidades o jogo ainda não consegue entregar uma experiência realmente envolvente e inovadora.

Pressionar constantemente o gatilho (botão B) pode se tornar enfadonho após alguns segundos de tiroteio, mesmo com utilizando-se do Wii Zapper. Os inimigos não reagem de forma coerente aos tiros, principalmente quando alvejados nas pernas ou no peito.

Existem sim alguns momentos de entretenimento, demolir o cenário é um dos pontos altos do jogo, bem como as batalhas contra os chefes de cada estágio (sendo alguns bem desafiadores) e metralhar exércitos de zumbis pode ser incrivelmente divertido. Mas estes momentos são breves e muito espaçados, sendo que na maior parte do tempo o jogo se resume a um
a pressionar frenético e descerebrado do gatilho.Calma totó!

Pode-se argumentar que o Umbrella Chronicles é um título voltado para os fãs mais ardorosos da aclamada franquia da Capcom. Mas isto não justifica a presença de tantos problemas e de fato piora a imagem geral do título, já que os momentos de glória do passado da série revisitados no jogo não são tão envolventes assim.

E se já não bastasse tudo isso, a maioria das informações presentes nos arquivos, a ausência de Resident Evil 2 e Code Veronica deixam de foram uma parte integral da linha de história envolvendo a Umbrella.

Tropa de elite


O modo cooperativo coloca dois jogadores dividindo a mesma tela em uma das melhores funções do jogo. Apesar de repetitivo as opções competitivas e/ou cooperativas do multiplayer adicionam um tão necessário tempero a jogabilidade.

Detonar zumbis e outros monstros ao longo dos vários níveis presentes em Resident Evil: Umbrella Chronicles com um amigo (e comparando as estatísticas individuais dos usuários) confere um valor maior ao jogo.

Entretanto, nem tudo é tão belo assim. Todas as missões extras (que compõem grande parte do jogo) são exclusivamente singleplayer. Outro problema é a confusão gerada por dois cursores presentes na tela, bem como a frustração de ver um dos jogadores coletando todos os itens e armas presentes na tela enquanto o outro fica sem nada.

Passou longe

A primeira vista The Umbrella Chronicles é, na falta de palavras melhores, simples. Os gráficos não impressionam apesar da presença de alguns belos vídeos e alguns cenários (pré-renderizados), entretanto em nenhum momento chegam perto do brilhantismo de Resident Evil 4, também para o Nintendo Wii.


Resident Evil 4 trouxe para o console da Nintendo um mundo de horror, enquanto Umbrella Chronicles não apresenta nenhuma coesão. Cada nível apresenta visuais diferentes: ruas, trens, uma mansão e laboratórios subterrâneos e esta não é uma variação agradável, mas uma justaposição atrapalhada de estilos.


Os modelos dos inimigos são pouco inspirados. Jogadores de Resident Evil 0 certamente vão recordar do monstro de lesmas. Apesar do retorno da criatura em Umbrella Chronicles, em nenhum momento consegue imprimir o mesmo efeito grotesco de sua aparição original.

Gráficos são o calcanhar de Aquiles do Nintendo Wii, entretanto a própria franquia Resident Evil já mostrou que o console é capas de entregar efeitos visuais de qualidade, algo que Umbrella Chronicles não consegue fazer em nenhum momento.
Arhhhhh!

Em compensação o áudio não é tão ruim. As tradicionais músicas sinistras misturadas com momentos de silêncio e grunhidos de zumbis — que desde a origem da franquia ajudam a criar o clima de suspense e terror que permeiam todos os jogos da série — tem presença garantida.

O ponto negativo fica por conta dos efeitos sonoros, em especial os relacionados aos tiros das armas — particularmente o da escopeta, algo que beira o ridículo. Entretanto, o uso inteligente da caixa de som do Wii Remote, compensa muito dos problemas.

Apesar dos pesares

Com todas as ressalvas possíveis, Resident Evil: Umbrella Chronicles não é um jogo ruim e mesmo com todos seus defeitos ainda pode render boas horas de diversão, mas o gênero atingiu seu ápice no século passado, parecendo ultrapassado e sem a profundidade inerente aos jogos da série Resident Evil.

O esforço da equipe de desenvolvimento é evidente, a quantidade de informações sobre os outros títulos da série e a própria duração do jogo (relativamente longo para o gênero), além da oportunidade de jogar com o emblemático Wesker, certamente é um atrativo e tanto para os fãs da franquia.

E se Resident Evil 4: Wii Edition mostrou que a jogabilidade tradicional de Resident Evil pode trabalhar em conjunto com as singularidades do console da Nintendo é uma pena que The Umbrella Chronicles não se aproveite desta dinâmica de jogo envolvente que conquistou tantos fãs.
Anúncios Google:
  PARTICIPE
Dê a sua nota:
Passe o mouse sobre a barra abaixo, dê um clique na barra para fixar a nota e clique em VOTAR.
10
Estatísticas:
Top WII:20 de 734 jogos
Top no Site:468 de 5259 jogos
Favorito de:58 usuários
Estão jogando:22 usuários
Jogos relacionados:19
Total de Análises:19
Média de notas:8,3
Total de votos:127

 
Baixaki Jogos
Todos os Jogos Notícias Análises Prévias Vídeos Imagens Jogos Populares Fóruns Cadastre-se
No Zebra Network Baixaki Download Tudo Gostoso
© Copyright 2006 - 2007 No Zebra Network LTDA, todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial.