Durante o desenrolar do jogo, tanto os jogadores mais alheios como os mais aficionados podem esperar dar algumas boas risadas enquanto são disparadas sátiras de jogos como Medal of Honor, EverQuest, Shadow of the Colossus e GTA. Além disso, em certos momentos, o jogador se depara com alguns clichês típicos de jogos, tais como portas que não abrem, o tradicionao pulo duplo ou ainda um personagem que não sabe nadar (para quem se lembra de Tommy Vercetti de GTA III e GTA Vice City). É claro que, sendo Simpsons, esses clichês, além de não passarem batidos, ainda têm a conveniente apresentação por parte de Jeff, o “cara da loja de quadrinhos”.
É claro que o humor tipicamente Simpsons traz ao jogos alguns ótimos momento, contudo, isso realmente não evita que o jogo por vezes se torne um tanto entediante. Mesmo com os poderes originais dos personagens e as tiradas engraçadas, as missões do jogo, além de não explorarem absolutamente algo novo em termos de jogabilidade, acabam mesmo se repetindo com apenas uma ou outra mudança.
É claro que comparar as capacidades gráficas do console da Nintendo com o Playstation 3 ou mesmo o Xbox 360 chega a ser uma covardia. É bem sabido que o diferencial do Wii está mesmo nas jogabilidades criativas. O problema é que a atuação tanto do Wii-mote quanto do Nunchuk em The Simpsons Game acabou deixando muito a desejar, fazendo com que os periféricos parecessem mesmo algo desnecessário. Faltou, talvez, uma sacada criativa que aproveitasse aquilo que o Wii oferece de melhor (como já aconteceu em vários outro jogos).


