Dragon Ball: Raging Blast 2 mantém basicamente a mesma proposta do seu antecessor — Raging Blast que, por sua vez, carregava a alcunha de “sucessor espiritual” da consagrada série Budokai Tenkaichi nas novas gerações. Entretanto, a desenvolvedora Spike Co. resolveu inclinar os ouvidos aos fãs de longa data do game com o intuito de não apenas criar um jogo mais abrangente, mas também corrigir alguns erros da primeira edição.
Raging Blast 2 traz mais de 90 personagens do universo de Dragon Ball, sendo 20 deles totalmente inéditos na franquia. Em termos de estilo, trata-se da mesma pancadaria com pirotécnica, com Sayajin, Super Sayajins e Kamehamehas. Isso significa: lutas em terra, pelo ar, explosões apoteóticas, gritos e tudo o mais que constrói um bom jogo de Dragon Ball — o que fica ainda mais interessante com os elementos destrutíveis dos cenários.
Os controles permanecem basicamente os mesmos, embora os comandos estejam agora mais acessíveis, a fim de facilitar a inclusão de novos jogadores — embora o sistema de combos tenha passado por uma revisão. Em relação à câmera, uma boa notícia: as tomadas excêntricas do primeiro jogo estão mais contidas agora, permitindo, por exemplo, que a câmera tenha sempre ambos os personagens em quadro.
Raging Blast 2 traz um modo história expandido em relação ao primeiro título. São mais arcos de história cobertos, com ainda mais lutas memoráveis incluídas — Vegeta e Freeza. A história é contada unicamente através das lutas, sem adição de animações. Raging Blast 2 ainda conta com sete modos adicionais, itens desbloqueáveis, novo tratamento gráfico além de um verdadeiro presente para os fãs de carteirinha da série: áudio original em japonês.


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